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Aumento 50% e 70% de roubos e furtos

Por Editor
In Cidade
novembro 19, 2021
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CRIMINALIDADE

04 - iNDAIATUBA

Propagandas com dinheiro público e a prática da velha política de maquiar a cidade dizendo que está tudo bem, são inverdades 

As constantes publicações de factoides ostentando uma Indaiatuba rica e luxuosa, com ruas e praças absurdamente enfeitadas, passam o sentimento e a visão de uma população abastada vivendo em um paraíso, e isso pode estar servindo de chamariz e atraindo marginais de cidades próximas além de servir de atração a andarilhos e moradores de rua que chegam em grande quantidade a nossa cidade diariamente e ocupam nossas praças antes frequentadas por nossas crianças, famílias e idosos.

Comerciantes e moradores, após terem sido obrigados a fechar seus negócios e ficar trancados em suas casas por ordem do prefeito Gaspar e do governador Dória, atualmente vem se sacrificando e se esforçando para recuperar os prejuízos causados por estas medidas absurdas que levaram a falência e ao desemprego, no entanto, para tristeza e insegurança de muitos comerciantes, frequentemente se deparam com seu comércio saqueado ao abrirem as portas pela manhã. Através das câmeras particulares de monitoramento assistem impotentes seus comércios sendo invadidos durante a noite e mesmo com o alarme disparado, marginais não demonstram pressa ou preocupação em concluir o furto.

Estatísticas divulgadas mostram números assustadores 
Para que um crime faça parte das estatísticas oficiais, são necessárias três etapas sucessivas: o crime deve ser detectado, notificado às autoridades policiais e, por último, registrado no boletim de ocorrência.

O site da Secretaria de Segurança Pública do Estado apresenta uma elevação de 50% no número de roubos entre agosto e setembro e de 70% na quantidade de furtos no mesmo período e a contar pelas constantes reclamações e postagens nas redes sócias, este aumento vem se repetindo em outubro e novembro.

O comércio local precisa é de incentivo 
Se a intenção do prefeito, assessores e vereadores, com as constantes propagandas e autoelogios massivos for a de atrair empresas e empreendedores e consequentemente a geração de emprego e renda bastaria à criação de políticas públicas de fomento, voltada para os pequenos e médios comerciantes locais pois as pequenas empresas comprovadamente geram 65% de novos empregos.

Enfeitar a cidade em si não é atrativo para que o consumidor entre em uma loja e faça uma compra. Uma iluminação e enfeites simples certamente custariam bem menos do que a fortuna que esta sendo gasta (nosso dinheiro) e o restante da verba poderiam ser usados em incentivos aos comerciantes concedendo-lhes redução de impostos e taxas que sugam o pouco lucro das vendas e ajudaria a arcar em parte com os custos extras que estes comerciantes tem nessa época do ano.

Luxo e ostentação X insegurança e caos 
Enquanto a elite política de Indaiatuba roda pela cidade com motorista, usam plano de saúde particular, colocam os filhos em escolas caríssimas e parecem viver numa ilha da fantasia, moradores normais enfrentam um verdadeiro sacrifício para ganhar o pão de cada dia.

Fruto do crescimento desordenado com centenas de condomínios criados nas últimas duas décadas, Indaiatuba parece estar caminhando para a estagnação do atendimento de serviços públicos na saúde, no fornecimento de água com qualidade, no trânsito caótico independente do horário e nos últimos meses no aumento assustador da criminalidade. Tais fatores causam uma insegurança enorme no cidadão que se revolta ao ver tantas propagandas enganosas a todo o momento.

Encarando os problemas
Indaiatuba é bela e linda sim, mas precisa ser bem cuidada para garantir o futuro, principalmente no tocante ao crescimento e desenvolvimento sustentável. É preciso e necessário que nossos políticos encarem os problemas e admitam que Indaiatuba tem os mesmos problemas que qualquer outra cidade, pois só reconhecendo os problemas é que buscaremos as soluções. O mundo de ostentação, luxo e bajulação que nossos vereadores, prefeito e assessores vivem, não é o mesmo que o nosso.

Texto por jornal nova metrópole

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