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Veja como explorar Chicago

Por Funcionarios AWR
In Turismo
agosto 17, 2018
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Arquitetura, a Gastronomia, a Arte, a Música e muito mais

É caminhando pelo centro, o Loop, que você entende a aura de Chicago. Os marcos arquitetônicos se revelam em construções neoclássicas e modernas, trilhos suspensos, esculturas grandiosas, prédios históricos. O edifício Marquette (56 W Adams St.), de 1895, é um dos melhores exemplos do estilo arquitetônico desenvolvido em Chicago, com estrutura de ferro, linhas horizontais marcadas e janelas padronizadas. No hall, mosaicos originais contam a história da cidade e há uma pequena exposição sobre arquitetura. O Rookery (209 S LaSalle St.) tem lobby redesenhado pelo famoso arquiteto Frank Lloyd Wright nos anos 1900. O Monadnock (53 W Jackson St.), do fim do século 19, carrega dois estilos: a porção norte é mais densa, de alvenaria; a sul aparenta mais leveza, feita com estrutura de aço. O primeiro andar é tomado por lojas e cafés; é como voltar no tempo. O Centro Cultural de Chicago (78 E Washington St.), de onde partem os tours feitos pelo Chicago Greeter, recebe exposições, palestras e recitais gratuitos. Vale entrar para ver o salão em homenagem aos generais da Guerra Civil e, especialmente, o domo de vitrais Tiffany, o maior do mundo.

Skyline pelo rio
Entenda a arquitetura da cidade em um tour guiado pelo Rio Chicago. Durante 90 minutos, o barco da First Lady percorre os braços norte e sul do rio enquanto um voluntário da Fundação de Arquitetura de Chicago (CAF, na sigla em inglês) aponta e conta as histórias dos prédios mais importantes. A chegada ao Navy Pier ainda reserva uma bela vista da cidade.
“Se você está vindo a Chicago pela pizza ‘deep dish’, bem, você precisa se esforçar mais.” Assim começa a edição da revista Bon Appétit que elegeu, no ano passado, Chicago como a ‘cidade dos restaurantes’ do ano. O título é justo. Chicago tem uma cena gastronômica pulsante e bem espalhada pela cidade. Este ano, três movimentos saltam aos olhos (e bocas): menus com pratos pensados para serem compartilhados, surgimento de casas mexicanas autorais e fortalecimento da coquetelaria de alto nível. Para você explorar os melhores pratos que a cidade tem a oferecer, sugiro focar em três áreas. Edgewater: o bairro residencial à beira do lago na zona norte conta com restaurantes locais que fazem valer a viagem pela linha vermelha do metrô. Logan Square: bairro jovem artístico da vez, a oeste de Wicker Park, com uma cena vibrante de coquetelaria. Agora no verão, a dica é escolher um bar com mesas a céu aberto e aproveitar bons drinques antes do jantar. West Loop: na porção oeste do centro da cidade está a chamada restaurant row, ou fileira de restaurantes, com diversas casas premiadas literalmente uma ao lado da outra, o que torna a região o ponto gastronômico mais conhecido (e mais óbvio) da cidade.

Literatura
Em Andersonville, bairro sueco na zona norte, está a livraria feminista Women & Children First (womenandchildrenfirst.com). São mais de 30 mil títulos escritos por e sobre mulheres, além de volumes infantis que abordam temas como gênero e raça. Aberta desde 1979, a livraria tem uma intensa programação cultural, com leituras públicas, debates, encontro com autoras e narração de histórias para crianças.

Museu
No centro comercial está o American Writers Museum, totalmente interativo, que celebra escritores americanos. A visita, que leva cerca de uma hora, começa com uma linha do tempo da literatura dos Estados Unidos, passa por citações (expostas em texto, som e até aroma) de grande obras, em gêneros que vão desde a poesia clássica até letras de rap, passando por artigos culinários e textos jornalísticos, e termina com jogos sobre o processo criativo da escrita. É possível votar nos seus livros americanos preferidos e participar da criação de uma história coletiva que vai sendo escrita durante o dia em máquinas de escrever.

Millennium Park
Aqui estão os principais cartões-postais da cidade. É um grande projeto urbanístico pensado para celebrar a chegada do terceiro milênio, daí o nome. São três pontos imperdíveis. O principal é o Cloud Gate, “o feijão”, obra do britânico Anish Kapoor, a escultura pública mais icônica de Chicago. Feita com placas perfeitamente polidas de aço inoxidável, reflete todo o seu entorno de forma única e orgânica. Cada visita proporciona um cenário: vi um grupo de turistas que, ao se reunir para uma foto, acabou atraindo uma multidão de desconhecidos que se juntaram para participar da cena.
No centro de tudo está o Jay Pritzker Pavilion, um grande anfiteatro a céu aberto de estrutura metálica desenhada por Frank Gehry. No verão, há shows e exibições de filmes gratuitos. Mais à frente está a Crown Fountain. São duas torres paralelas que mostram o rosto de diversos cidadãos de Chicago. Alguns sorriem, outros estão sérios, outros fazem biquinho para acompanhar os jatos d’água “cuspidos” ao chão.

texto: agência estado/ Carla Peralva | foto: divulgação/ Allen McGregor

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