Robin Hood volta às telas em releitura intimista e bem sombria

O clássico conto do ladrão justiceiro que tirava dos ricos para dar aos pobres ganha uma nova versão. Agora, mais sombria e mais reflexiva. No longa-metragem, com previsão de estreia no mês de junho próximo, Robin Hood luta mentalmente com seu passado marcado por crimes e assassinatos.
Depois de sobreviver por pouco à batalha que considerava ser a última, Hood fica gravemente ferido. Enquanto se confronta com os erros cometidos no passado e com as cicatrizes da briga, o lendário herói é encontra dopor uma mulher misteriosa que passa a cuidar de seus ferimentos. Fora de combate, ele é obrigado a lidar com as consequências de sua história. Robin Hood é vivido pelo australiano Hugh Jackman. Sim, ele mesmo, o Wolverine do Universo Marvel.

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Elenco
Além de Jackman, o elenco de “A Morte de Robin Hood” conta com a britânica Jodie Comer (Killing Eve), Bill Skarsgård (It – A Coisa), Noah Jupe (Hamnet: A Vida Antes de Hamlet), Michael Sarnoski (Pig), Murray Bartlett (The Last Of Us), Jade Croot (Virgem Maria) e Faith Delaney (que também está em Hamnet).
De barba e cabelos longos e grisalhos, Jackman surge com um semblante envelhecido na caracterização do personagem, que se encontrará em uma fase diferente da vida e afastado dos tempos em que roubava dos ricos para dar aos pobres.

Sombrio
Sob a direção de Michael Sarnoski, conhecido por ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’, o filme abandona o tom clássico de aventura para mergulhar em uma narrativa mais intimista e sombria. Aqui, Robin Hood não é apenas o símbolo da justiça entre os pobres, mas um homem marcado por escolhas difíceis, violência e arrependimentos acumulados ao longo de uma vida fora da lei.
As indicações da indústria cinematográfica sugerem que “A Morte de Robin Hood” foi realizado com um orçamento modesto para os padrões atuais. O valor final não foi divulgado, porém as estimativas giram em torno dos US$ 20 milhôes.