{"id":12798,"date":"2017-04-15T04:48:56","date_gmt":"2017-04-15T04:48:56","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/?p=12798"},"modified":"2017-04-13T18:52:09","modified_gmt":"2017-04-13T18:52:09","slug":"lencois-maranhenses-oasis-no-deserto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/lencois-maranhenses-oasis-no-deserto\/","title":{"rendered":"Len\u00e7\u00f3is Maranhenses &#8211; o\u00e1sis no deserto"},"content":{"rendered":"<h3>Lagoas e dunas fazem parte da paisagem dos Len\u00e7\u00f3is<\/h3>\n<figure id=\"attachment_12799\" aria-describedby=\"caption-attachment-12799\" style=\"width: 900px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/28-Len\u00e7\u00f3is.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-12799\" src=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/28-Len\u00e7\u00f3is.jpg\" alt=\"TEXTO: Por Bruna Toni\/ag\u00eancia ESTADO | FOTOs: divulga\u00e7\u00e3o\" width=\"900\" height=\"507\" srcset=\"https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/28-Len\u00e7\u00f3is.jpg 900w, https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/28-Len\u00e7\u00f3is-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-12799\" class=\"wp-caption-text\">TEXTO: Por Bruna Toni\/ag\u00eancia ESTADO | FOTOs: divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>A temperatura da \u00e1gua daquelas lagoas, localizadas em meio a toneladas de gr\u00e3os de areia, em um harmonioso conjunto batizado de Len\u00e7\u00f3is Maranhenses, era sempre a ideal, mesmo em meados de mar\u00e7o &#8211; \u00e9poca em que, por ali, o calor continua intenso, mas as chuvas surgem sem avisar hora e lugar.<br \/>\nE elas, as chuvas, precipitaram como o prometido &#8211; nem tanto para nossa sorte, mas para a felicidade de quem pensa em visitar o destino tur\u00edstico mais famoso do Maranh\u00e3o em breve. Afinal, de junho a setembro, os sinuosos caminhos d\u2019\u00e1gua que entrecortam ou contornam o deserto maranhense ficam cheios e vistosos como nos an\u00fancios das ag\u00eancias de viagem. \u00c9 \u00e9poca de pre\u00e7os mais altos, pousadas disputadas e pouca chance de chuva.<br \/>\nA baixa temporada, por\u00e9m, n\u00e3o diminui as belezas do Parque Nacional dos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses &#8211; \u00e9 preciso apenas ter flexibilidade para trocar as atividades caso necess\u00e1rio, em raz\u00e3o das chuvas. Entre as vantagens, est\u00e1 a de poder desfrutar com certa exclusividade parte de seus 155 mil hectares de \u00e1rea &#8211; 80% deles formados por dunas. Nos nossos sobe e desce pelas areias ora fofas, ora firmes, foram pouqu\u00edssimos os encontros com outros grupos de turistas, o que \u00e9 \u00f3timo em um lugar onde o sil\u00eancio cai muito bem.<br \/>\nFato \u00e9 que, mesmo em menor quantidade e com n\u00edveis mais baixos, os o\u00e1sis de tons esverdeados, azuis ou amarronzados cristalinos est\u00e3o l\u00e1, cavando seus espa\u00e7os em meio a uma paisagem predominantemente bege. Al\u00e9m disso, algumas lagoas nunca chegam a secar, caso da Espig\u00e3o e do Peixe.<\/p>\n<p>saiba mais<\/p>\n<p>A\u00e9reo: o trecho SP &#8211; S\u00e3o Lu\u00eds &#8211; SP para junho custa a partir R$ 560 na Gol (voegol. com.br) e a partir de R$ 610 na Latam (latam com).<br \/>\nTerrestre: a Brtur (brtur@terra.com.br) oferece transfers di\u00e1rios do aeroporto de S\u00e3o Lu\u00eds at\u00e9 Barreirinhas por R$ 60 por pessoa. J\u00e1 a Taguatur (taguaturonline.com.br), a maior ag\u00eancia do Maranh\u00e3o, tem pacotes completos de uma a seis noites nos Len\u00e7\u00f3is, a partir de R$ 410 por pessoa.<br \/>\nVacina: tome a vacina contra a febre amarela no m\u00ednimo dez dias antes da viagem: ao menos dois dos destinos (Barreirinhas e Arai\u00f3ses) est\u00e3o na lista de cidades com risco de contamina\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio do Turismo. Mais informa\u00e7\u00f5es em bit.ly\/vacinafamarela<br \/>\nDicas: no inverno, faz calor, mas leve uma capa de chuva. Algumas vilas podem n\u00e3o ter m\u00e1quinas de cart\u00e3o, por isso ande com dinheiro em esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>Circuitos<br \/>\nPara explor\u00e1-las, h\u00e1 cinco circuitos poss\u00edveis no parque: um partindo da comunidade de Atins, tr\u00eas da cidade de Barreirinhas (principal base para quem vai a Len\u00e7\u00f3is), e o \u00faltimo saindo de Santo Amaro do Maranh\u00e3o. Em quase todos, a passagem de carros tracionados \u00e9 limitada at\u00e9 as chamadas zonas primitivas, abertas apenas \u00e0 caminhada. A partir da\u00ed, trilhas envolvendo subidas e descidas s\u00e3o esperadas e, dependendo da disposi\u00e7\u00e3o ou condi\u00e7\u00e3o f\u00edsica, a locomo\u00e7\u00e3o pode ser um entrave. De qualquer forma, fique com a dica do nosso guia, o monitor ambiental J. J\u00fanior, na hora de se aventurar ladeira abaixo: \u201cjogue o corpo para tr\u00e1s e crave o calcanhar na areia\u201d.<br \/>\nEm Barreirinhas, o circuito mais visitado \u00e9 o da Lagoa Azul, que abriga, entre outras, a inesgot\u00e1vel Lagoa do Peixe. No circuito da Lagoa Bonita, est\u00e1 uma das dunas mais altas, com 60 metros (o equivalente a um pr\u00e9dio de 20 andares) e tamb\u00e9m a Lagoa do Clone O nome veio por causa da novela global na qual Jade, personagem de Giovanna Antonelli, caminhava por ali linda e reluzente, como se o Maranh\u00e3o fosse o Oriente M\u00e9dio &#8211; cena que nosso grupo de nove mulheres n\u00e3o resistiu em repetir.<br \/>\nJ\u00e1 o circuito da Lagoa da Esperan\u00e7a passa pela divisa entre Barreirinhas e Santo Amaro e conta com uma particularidade: suas \u00e1guas s\u00e3o provenientes do Rio Negro, que margeia as dunas fixas e m\u00f3veis da regi\u00e3o e, portanto, nunca finda. Foi nela que sentimos, pela primeira vez, as \u00e1guas mornas dos Len\u00e7\u00f3is ao cair de uma nublada quinta-feira.<\/p>\n<p>rusticidade<br \/>\nA 100 quil\u00f4metros de Barreirinhas, a pequena Santo Amaro do Maranh\u00e3o est\u00e1 colada no Parque Nacional e \u00e9 op\u00e7\u00e3o aos turistas que desejam ficar mais perto de seus atrativos, apesar de ter menos infraestrutura tur\u00edstica que Barreirinhas. Ali, a lagoa \u2018do momento\u2019, como diz J. J\u00fanior, \u00e9 a das Andorinhas, que ganhou o posto at\u00e9 ent\u00e3o ocupado pela das Gaivotas. \u201cEla (a das Gaivotas) j\u00e1 n\u00e3o tem mais o tamanho que tinha h\u00e1 cinco anos\u201d, explica o monitor. \u201cNos pr\u00f3ximos anos ser\u00e1 outra, e assim vai.\u201d<br \/>\nPor ali, a natureza altera tamanhos, contornos e cores dos elementos de seu cen\u00e1rio de forma constante. E sem pedir licen\u00e7a a seus visitantes.<\/p>\n<p>O que fazer<br \/>\nDE LANCHA, NO RIO PREGUI\u00c7AS<br \/>\n\u00c9 ineg\u00e1vel que os 120 quil\u00f4metros do Rio Pregui\u00e7as, bem assim, no plural, provoca em quem senta \u00e0 sua margem para contempl\u00e1-lo uma sensa\u00e7\u00e3o, de fato, pregui\u00e7osa. Essa, ao menos, foi a primeira rea\u00e7\u00e3o que tive diante do maior curso d\u2019\u00e1gua da regi\u00e3o dos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses, que divide as \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o ambiental estadual e federal e oferece a quem o atravessa um cen\u00e1rio \u00fanico, principalmente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 vegeta\u00e7\u00e3o.<br \/>\nAs primeiras verdinhas a se exibir, logo na sa\u00edda de Barreirinhas, foram as palmeiras buritis, cujo p\u00e9 d\u00e1 aquela frutinha amarela que \u201cda fibra se faz artesanato; da palha, teto; do fruto, comida\u201d, explica J. J\u00fanior. Ao lado delas est\u00e3o o a\u00e7a\u00ed, a carna\u00faba, o coco baba\u00e7u\u2026 Conforme seguimos pelo rio e nos aproximamos do mar, elas v\u00e3o ficando mais escassas, cedendo lugar para o mangue vermelho, respons\u00e1vel por 23% da \u00e1rea do Parque Nacional.<br \/>\nAo mesmo tempo, as modestas dunas que formam os Pequenos Len\u00e7\u00f3is v\u00e3o dando as caras, criando belas paradas para fotos e banhos de mar. A primeira descida costuma ocorrer na comunidade de Vassouras, 50 minutos ap\u00f3s o embarque. Ali, a maior atra\u00e7\u00e3o, al\u00e9m das dunas e da praia de rio, \u00e9 observar os macaquinhos ousados que chegam bem perto dos observadores, dispostos a receber algumas bananas pelo espet\u00e1culo.<br \/>\nEm seguida, a lancha segue at\u00e9 Cabur\u00e9, onde \u00e9 poss\u00edvel alugar quadriciclos, e \u00e0 comunidade de Mandacaru, que abriga o Farol Pregui\u00e7as, de 1909. Apesar de seus moradores, o lugar mais parece uma vila abandonada &#8211; n\u00e3o se encontra viv\u2019alma por ali, ao menos no fim de tarde. Ainda assim, aproveite para subir no farol, que fica aberto das 8h30 \u00e0s 11h30 e das 13h30 \u00e0s 17 horas. Chegar no topo ser\u00e1 um desafio para as pernas cansadas das dunas, mas vale a pena: cada um dos degraus circulares levam \u00e0 vista panor\u00e2mica do inspirador encontro do rio com o mar.<br \/>\nO tempo do trajeto at\u00e9 Mandacaru depende do piloto da embarca\u00e7\u00e3o e do gosto dos fregueses, que podem querer se estender em um ou outro lugar. O passeio em grupo custa R$ 70 por pessoa e, em lancha privativa, a partir de R$ 400. E, para quem quer seguir at\u00e9 Atins como n\u00f3s, as embarca\u00e7\u00f5es costumam cobrar cerca de R$ 20 a mais &#8211; por\u00e9m os pre\u00e7os s\u00e3o sempre negoci\u00e1veis.<\/p>\n<p>SUP NO RIO PREGUI\u00c7AS<br \/>\nEquil\u00edbrio, foco e for\u00e7a. Como um mantra, repetia essas tr\u00eas palavrinhas m\u00e1gicas enquanto tentava, pela primeira vez na vida, ficar em p\u00e9 sobre uma prancha. O passo seguinte era acertar na dobradi\u00e7a das pernas (aqui est\u00e1 a import\u00e2ncia da for\u00e7a) e conseguir manusear os remos, tocando em frente e olhando sempre para o horizonte, como me recomendava Alexandre Ugarte, professor e dono da Esp\u00edrito de Aventura (bit ly\/espiritodeaventura). A empresa, entre outras atividades, oferece o passeio de stand up paddle (SUP) pelo Rio Pregui\u00e7as, partindo da Praia do Tapuio, uma gostosa praia de rio que fica no mesmo povoado da Casa de Farinha.<br \/>\nRecomenda\u00e7\u00f5es do professor \u00e0 parte, bastaram algumas poucas remadas para esta rep\u00f3rter desabar n\u2019\u00e1gua. Falta de pr\u00e1tica ou destreza talvez? Bem, minha colega de grupo, t\u00e3o iniciante quanto eu, manteve-se de p\u00e9 todo o tempo.<br \/>\nDe fato, a atividade n\u00e3o \u00e9 exatamente dif\u00edcil &#8211; mas exige certo esfor\u00e7o e concentra\u00e7\u00e3o para seguir adiante. At\u00e9 porque, caso voc\u00ea tamb\u00e9m se molhe, saiba que o banho no rio \u00e9 delicioso e que, com permiss\u00e3o aos conselhos motivacionais, sempre \u00e9 poss\u00edvel levantar, sacudir os remos e dar a volta por cima. Quer ver como voc\u00ea se sai? Uma hora de aula, com aluguel da prancha, custa R$ 100 por pessoa.<\/p>\n<figure id=\"attachment_12800\" aria-describedby=\"caption-attachment-12800\" style=\"width: 900px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/28-Rio-das-pregui\u00e7as.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-12800\" src=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/28-Rio-das-pregui\u00e7as.jpg\" alt=\"O passeio pelo Rio das Pregui\u00e7as dura o dia inteiro, pode ser contratado no seu hotel\" width=\"900\" height=\"506\" srcset=\"https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/28-Rio-das-pregui\u00e7as.jpg 900w, https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/28-Rio-das-pregui\u00e7as-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-12800\" class=\"wp-caption-text\">O passeio pelo Rio das Pregui\u00e7as dura o dia inteiro, pode ser contratado no seu hotel<\/figcaption><\/figure>\n<p>BOIA CROSS<br \/>\nSe no stand up paddle o neg\u00f3cio \u00e9 ficar em p\u00e9 e n\u00e3o se molhar, a proposta do boia-cross no Rio Formiga \u00e9 justamente a contr\u00e1ria. Basta sentar na boia e se deixar levar pela correnteza &#8211; tome cuidado apenas com indesejadas colis\u00f5es com arbustos. Vez ou outra, o sossego \u00e9 quebrado pela necessidade de um esfor\u00e7o breve, uma remada com as m\u00e3os para seguir em frente. Mas os guias tamb\u00e9m d\u00e3o uma forcinha quando necess\u00e1rio.<br \/>\nO passeio pelo Rio Formiga corta a comunidade de Cardosa, na cidade de Paulino Neves, vizinha a Barreirinhas, e dura uma hora Os grupos partem do Restaurante Recanto da Paz, entre 9 e 14 horas.<br \/>\nVindo de Barreirinhas, leva-se 1h30 at\u00e9 o local pela Estrada Pissara, caminho de terra que exige um 4&#215;4. Quem vai por conta paga R$ 5 a boia de pneu, mais R$ 25 pelo servi\u00e7o obrigat\u00f3rio de guia. Mas ag\u00eancias tamb\u00e9m vendem o tour, incluindo o transporte na jardineira, por, em m\u00e9dia, R$ 80 por pessoa. Na chegada, n\u00e3o deixe de provar a tapioca de manteiga ou de coco com leite condensado, acompanhada de cafezinho (R$ 4).<\/p>\n<figure id=\"attachment_12801\" aria-describedby=\"caption-attachment-12801\" style=\"width: 900px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/28-Sobrevoo.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-12801\" src=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/28-Sobrevoo.jpg\" alt=\"Do alto, observa-se o perfeito contorno das dunas que levam as \u00e1guas ao encontro do mar\" width=\"900\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/28-Sobrevoo.jpg 900w, https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/28-Sobrevoo-300x160.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-12801\" class=\"wp-caption-text\">Do alto, observa-se o perfeito contorno das dunas que levam as \u00e1guas ao encontro do mar<\/figcaption><\/figure>\n<p>SOBREVOO<br \/>\nA vis\u00e3o plana dos Len\u00e7\u00f3is que se tem quando o percorremos a p\u00e9 ou de carro d\u00e1 a sensa\u00e7\u00e3o de que aqueles caminhos s\u00e3o intermin\u00e1veis. Do alto, por\u00e9m, tem-se a real dimens\u00e3o de seus perfeitos contornos, quase sensuais, que os levam ao encontro das \u00e1guas do mar, dos rios, das chuvas nas lagoas.<br \/>\nH\u00e1 dois roteiros de sobrevoo para ver os Len\u00e7\u00f3is do alto, a bordo de uma aeronave do tipo Embraer Minuano ou do tipo Cessna 172, ambas operadas pela empresa AVA (voeava.com.br). O primeiro \u00e9 o da Rota Litor\u00e2nea, que come\u00e7a sobrevoando os Pequenos Len\u00e7\u00f3is (passa por Vassouras, Mandacaru, Cabur\u00e9 e Atins) e, depois, segue aos Grandes Len\u00e7\u00f3is (lagoas Azul, Esmeralda e Pregui\u00e7as).<br \/>\nO segundo \u00e9 a Rota Baixa Grande, que sai em dire\u00e7\u00e3o ao Parque Nacional entrando pela Lagoa Bonita, a mais visitada da regi\u00e3o, seguindo para a Baixa Grande e a Queimada dos Britos, no munic\u00edpio de Santo Amaro, retornando pelas lagoas Azul, Esmeralda e Pregui\u00e7as, como na primeira rota.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lagoas e dunas fazem parte da paisagem dos Len\u00e7\u00f3is A temperatura da \u00e1gua daquelas lagoas, localizadas em meio a toneladas<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":12799,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[2611,2612],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12798"}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12798"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12798\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12802,"href":"https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12798\/revisions\/12802"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12799"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12798"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12798"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12798"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}