{"id":11590,"date":"2017-02-04T05:26:08","date_gmt":"2017-02-04T05:26:08","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/?p=11590"},"modified":"2017-02-03T13:28:32","modified_gmt":"2017-02-03T13:28:32","slug":"dicas-para-curtir-porto-de-galinhas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/dicas-para-curtir-porto-de-galinhas\/","title":{"rendered":"Dicas para curtir Porto de Galinhas"},"content":{"rendered":"<h3>Se voc\u00ea pensa em conhecer o lugar, j\u00e1 prepare a roupa de banho<\/h3>\n<figure id=\"attachment_11591\" aria-describedby=\"caption-attachment-11591\" style=\"width: 900px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/28-Porto.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-11591\" src=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/28-Porto.jpg\" alt=\"TEXTO: Por BRUNA TONI\/ag\u00eancia ESTADO | FOTOs: divulga\u00e7\u00e3o\" width=\"900\" height=\"676\" srcset=\"https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/28-Porto.jpg 900w, https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/28-Porto-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-11591\" class=\"wp-caption-text\">TEXTO: Por BRUNA TONI\/ag\u00eancia ESTADO | FOTOs: divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>O nome Ipojuca lhe \u00e9 familiar? Talvez voc\u00ea imagine que jamais tenha ouvido falar nessa cidade, ent\u00e3o melhor apresent\u00e1-la pelo nome que lhe deu fama e que, na verdade, batiza um de seus bairros: Porto de Galinhas. Agora sim, n\u00e3o \u00e9?<br \/>\nUm dos destinos mais visitados do pa\u00eds, Porto n\u00e3o tem tempo ruim. Em 2016, mesmo com a crise, a taxa de ocupa\u00e7\u00e3o de seus 15 hot\u00e9is e 200 pousadas no primeiro semestre foi de 70%, segundo seu Convention &amp; Visitors Bureau. Al\u00e9m disso, os \u00fanicos meses mais tranquilos por l\u00e1 s\u00e3o maio, junho e agosto &#8211; quentes, mas chuvosos.<br \/>\nQual o segredo do sucesso? Nos meus quatro dias no destino (tempo m\u00ednimo para conhec\u00ea-lo bem), encontrei tr\u00eas raz\u00f5es convincentes. A primeira: manter uma estrutura que atende quem quer visitar a badalada praia sem perder o luxo da privacidade, pagando bem por isso, e tamb\u00e9m quem tem or\u00e7amento limitado. A segunda: estar perto do aeroporto do Recife e ser \u00f3timo ponto de partida para explorar outros destinos, como Maragogi.<br \/>\nA beleza singular de Porto pode \u00e0s vezes ficar escondida em raz\u00e3o da quantidade de visitantes &#8211; mas acredite, ela est\u00e1 l\u00e1. Eis a terceira raz\u00e3o para visit\u00e1-la. As outras est\u00e3o a seguir.<\/p>\n<p>PASSEIOS<br \/>\nJangada nas piscinas naturais: a \u00e1gua esverdeada da Praia da Vila de Porto de Galinhas, no centro, \u00e9 coberta por jangadas de todos os tipos, nomes e cores. Ali, ao lado de seus fi\u00e9is jangadeiros, elas aguardam turistas diariamente para um curto trajeto de cinco minutos at\u00e9 as mais movimentadas (e pr\u00f3ximas da costa) piscinas naturais de Ipojuca.<br \/>\nEntre os arrecifes onde ouri\u00e7os brincam de esconde-esconde com os jangadeiros, que sempre os exibem nas palmas das m\u00e3os, buracos de areia s\u00e3o preenchidos por \u00e1guas verdinhas e tranquilas no meio do oceano. Claro que falar em tranquilidade em um dos pontos tur\u00edsticos mais famosos da cidade n\u00e3o quer dizer vazio, e boa parte dos corais demonstra os sinais do excesso de visitantes. Mas, de posse de seu snorkel, geralmente concedido pelo pr\u00f3prio jangadeiro, encontre um cantinho para chamar de seu por alguns minutos.<br \/>\nNa mar\u00e9 baixa, mesmo sem a m\u00e1scara, \u00e9 poss\u00edvel se divertir com os peixinhos saber\u00e9s (sargentinho para os paulistas), que seguem insistentemente os movimentos dos p\u00e9s e m\u00e3os de quem vem visit\u00e1-los &#8211; se for beliscado por eles, n\u00e3o se zangue. Afinal, voc\u00ea \u00e9 o intruso.<br \/>\nOs passeios duram de 45 minutos a 1 hora e os ingressos s\u00e3o vendidos na cabine em frente \u00e0 praia. Cada jangada da Associa\u00e7\u00e3o de Jangadeiros leva at\u00e9 seis pessoas a R$ 25 cada.<br \/>\nOutras praias: Os 18 quil\u00f4metros de faixa litor\u00e2nea que contornam a cidade de Ipojuca se dividem em sete praias al\u00e9m da Praia da Vila, cada uma com sua particularidade.<br \/>\nPorto de Galinhas, por exemplo, \u00e9 para quem quer badalar e ficar pertinho do centro comercial da cidade. Mas a grande diferen\u00e7a entre elas est\u00e1 mesmo na presen\u00e7a ou aus\u00eancia de arrecifes de corais.<br \/>\nNas praias do Borete e de Maraca\u00edpe, a falta deles garante muita divers\u00e3o aos surfistas, principalmente nesta \u00faltima, que conta com ondas gigantes e leva campeonatos de surfe \u00e0 regi\u00e3o. J\u00e1 as praias com arrecifes, como Cacimbas e a pr\u00f3pria Porto de Galinhas, garantem a divers\u00e3o das piscinas naturais.<br \/>\nPara quem quer um pouco de cada, v\u00e1 \u00e0 Praia do Cupe: l\u00e1 h\u00e1 ondas para surfistas e outra \u00e1rea com piscinas. \u00c9 nela tamb\u00e9m que se concentra a maior parte das casas e apartamentos de veraneio e boa parte dos ninhos de tartarugas. Se sua escolha for se hospedar em um dos resorts da cidade, seu lugar \u00e9 a Praia de Muro Alto, com a melhor infraestrutura hoteleira e clima bem familiar. Para praticar esportes, como kitesurfe, por exemplo, as praias de Camboa e do Pontal de Maraca\u00edpe s\u00e3o as ideais.<br \/>\nBugue: Percorrer caminhos de areia fofa, onde carros normais n\u00e3o se atrevem a ir e, de quebra, encontrar paisagens mais inacess\u00edveis, percebendo o vento contra o rosto, d\u00e1 sempre aquela sensa\u00e7\u00e3o de energias renovadas. Em Ipojuca, o trajeto dos aproximadamente 350 bugueiros associados costuma ir de ponta a ponta, como eles dizem, parando em quatro das nove praias da cidade: Cupe, Muro Alto, Maraca\u00edpe e Pontal de Maraca\u00edpe. Paradas para fotografar e mergulhar nas \u00e1guas mornas da faixa litor\u00e2nea est\u00e3o no roteiro cl\u00e1ssico, que dura em m\u00e9dia 3 horas e custa R$ 250 o casal. Se quiser passar o dia, negocie. Os contatos para contratar o passeio s\u00e3o (81) 98333-4715 ou (81) 99910-7376, mas os hot\u00e9is costumam oferecer o servi\u00e7o aos h\u00f3spedes.<\/p>\n<p>ONDE COMER<br \/>\nBarcaxeira: Nossa primeira imers\u00e3o na gastronomia local foi demorada, mas compensadora. Com um ambiente colorido e cheio de inventividades &#8211; porta de banheiro feita de retalhos, guardador de talheres imitando um bolso de cal\u00e7a jeans, plantas de cabe\u00e7a para baixo no teto -, o Barcaxeira prende a aten\u00e7\u00e3o durante a espera &#8211; um tanto demorada &#8211; pelo prato. \u201c\u00c9 tudo feito na hora\u201d, justifica um colega recifense conhecedor da casa.<br \/>\nUm banquinho e um viol\u00e3o deixam a trilha sonora na altura adequada, distraindo os clientes enquanto seu famoso escondidinho &#8211; de macaxeira, claro &#8211; n\u00e3o chega. Porque quando chega, \u00e9 o sil\u00eancio que reina. O tradicional, com carne de sol (e n\u00e3o de carne-seca, como est\u00e3o acostumados os paulistas), custa R$ 54 e serve duas pessoas. Carne de sol \u00e0 parte, o que conquistou mesmo foi o de camar\u00e3o (R$ 80,90, para dois).<br \/>\nLa Cr\u00eaperie: O nome j\u00e1 deixa clara a especialidade da casa. Com mesinhas ao ar livre bem no centro da vila, o restaurante capricha nos pratos e na variedade: tem de shitake, queijo Gruy\u00e8re, sorvete de tapioca, lim\u00e3o, Nutella&#8230; Este \u00faltimo, ali\u00e1s, de comer rezando. No card\u00e1pio h\u00e1 tamb\u00e9m mais de 30 tipos de saladas e op\u00e7\u00f5es sem gl\u00faten (com acr\u00e9scimo de R$ 5). Os pratos, individuais, custam em torno de R$ 25.<br \/>\nBar da Praia Pontal do Cupe: Voc\u00ea pode at\u00e9 n\u00e3o apostar muito nesse restaurante-quiosque \u00e0 beira-mar. Embora a atmosfera seja simples, os pratos s\u00e3o bem elaborados e t\u00eam alta qualidade.<br \/>\nQuem chega pelo lado oposto ao da praia, onde h\u00e1 espa\u00e7o para estacionar, at\u00e9 encontra alguma decora\u00e7\u00e3o, com placas de frases engra\u00e7adinhas (e outras nem tanto). J\u00e1 sentado (sob o guarda-sol ou em uma das mesas cobertas), comece pela caipirinha de umbu-caj\u00e1 &#8211; foi a mais nobre descoberta da fruta cantada nos versos de Alceu Valen\u00e7a. O caldinho de feij\u00e3o ou de peixe servido no copinho pl\u00e1stico (R$ 9,90) e o sushi de tapioca (enroladinho de massa de tapioca, recheado com cream cheese e coberto com gergelim e mela\u00e7o; R$ 15,90) tamb\u00e9m caem muit\u00edssimo bem.<br \/>\nN\u00e3o faltam op\u00e7\u00f5es de prato principal. Todos servem bem duas pessoas, do arroz de polvo \u00e0 caldeirada e moquecas de peixe e camar\u00e3o (R$ 119,90 cada). Se voc\u00ea \u00e9 daqueles que n\u00e3o dispensa a carne, saiba que h\u00e1 at\u00e9 carneiro na brasa no card\u00e1pio.<br \/>\nJo\u00e3o Restaurante: Se o melhor fica sempre para o final, n\u00e3o sei. Mas foi no \u00faltimo dia de viagem que tivemos o almo\u00e7o mais surpreendente.<br \/>\nH\u00e1 sete anos, Jo\u00e3o, o dono do restaurante, decidiu erguer as muretinhas de seu quarto restaurante, dessa vez na Praia de Maraca\u00edpe, a tr\u00eas quil\u00f4metros da vila. A seu favor, contou com o astral descontra\u00eddo do ponto que atrai surfistas diariamente, e uma pretensiosa atmosfera hippie nas constru\u00e7\u00f5es que dividem a \u00e1rea com ele.<br \/>\nMas Jo\u00e3o foi al\u00e9m: instalou redes coloridas nas \u00e1rvores que cercam o restaurante, uma piscina para os clientes, caprichou no sabor dos pratos e no atendimento. Resultado: criou o melhor restaurante para se comer bem e relaxar que visitamos, no estilo \u2018low profile\u2019, como ele mesmo gosta de classificar.<br \/>\nN\u00e3o ouse sair sem provar a caipirinha de caj\u00e1 com manjeric\u00e3o ou a de manga com pimenta rosa, duas especialidades da casa. A por\u00e7\u00e3o de bolinhos de feijoada instigam o paladar (R$ 17,70, com oito unidades). De prato principal, escolha entre o peixe cioba acompanhado de creme de jerimum; macaxeira; arroz com castanha; carne de sol de picanha ou a moqueca Banana da Terra, del\u00edcia que serve dois por R$ 89,50.<\/p>\n<figure id=\"attachment_11592\" aria-describedby=\"caption-attachment-11592\" style=\"width: 900px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/28-Maragogi.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-11592\" src=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/28-Maragogi.jpg\" alt=\"Assim como Porto de Galinhas, Maragogi tem como principal atra\u00e7\u00e3o as piscinas naturais\" width=\"900\" height=\"675\" srcset=\"https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/28-Maragogi.jpg 900w, https:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/28-Maragogi-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-11592\" class=\"wp-caption-text\">Assim como Porto de Galinhas, Maragogi tem como principal atra\u00e7\u00e3o as piscinas naturais<\/figcaption><\/figure>\n<p>BATE-VOLTAS<br \/>\nCarro alugado \u00e9 uma boa op\u00e7\u00e3o para curtir algumas das atra\u00e7\u00f5es pr\u00f3ximas &#8211; seja em um bate-volta ou esticando um pouco mais a viagem.<br \/>\nPraia dos Carneiros &#8211; 53 km de dist\u00e2ncia: A pequena vila de Tamandar\u00e9, onde fica a Praia dos Carneiros, \u00e9 um achado pernambucano daqueles que fazem n\u00e3o querer ir embora nunca mais. Bem mais tranquila que a vizinha Porto de Galinhas, seus oito quil\u00f4metros de areias branquinhas e piscinas naturais em verde transparente s\u00e3o um pouco menos disputados e, como consequ\u00eancia, mais preservados. Segundo alguns jangadeiros do local, ali\u00e1s, \u00e9 comum certas ag\u00eancias colocarem em seus cat\u00e1logos fotos de Carneiros como se fosse Porto de Galinhas.<br \/>\nDe alguns anos para c\u00e1, apesar de haver acesso p\u00fablico e gratuito para quem chega a Carneiros andando, a maior parte dos caminhos que levam \u00e0 praia s\u00e3o dominados pelos hot\u00e9is, que cobram para que voc\u00ea, n\u00e3o sendo h\u00f3spede, o atravesse e utilize seus servi\u00e7os. Indo de carro, \u00e9 preciso pagar para parar, seja no estacionamento de uma propriedade particular com entrada para a praia, seja no estacionamento de seus restaurantes &#8211; no Bora Bora.<br \/>\nRecife &#8211; 61 km de dist\u00e2ncia: Normalmente, quem vai a Porto de Galinhas chega pelo aeroporto do Recife &#8211; localizado, na verdade, em Jaboat\u00e3o dos Guararapes. Mas vale a pena colocar a capital pernambucana, a apenas 1 hora de dist\u00e2ncia, no seu radar.<br \/>\nVale perambular pelo rec\u00e9m-renovado Recife Antigo, principalmente se for sua primeira passagem pela cidade ou se fizer mais de tr\u00eas anos que voc\u00ea n\u00e3o passa por l\u00e1.<br \/>\nCom o processo de revitaliza\u00e7\u00e3o, o centro antigo ganhou outros ares, est\u00e1 mais limpo e convidativo. Visite os bonecos gigantes que desfilam nos carnavais da cidade na Embaixada de Pernambuco &#8211; Casa dos Bonecos Gigantes; o museu interativo Cais do Sert\u00e3o, que resgata a cultura do sertanejo e faz uma homenagem a Luiz Gonzaga; o Pa\u00e7o do Frevo e o Centro de Artesanato de Pernambuco, com pe\u00e7as \u00fanicas &#8211; no mesmo complexo, fica um \u00f3timo restaurante por quilo chamado Bistr\u00f4 e Boteco.<br \/>\nSe tiver tempo extra, estique at\u00e9 a vizinha Olinda, t\u00e3o pr\u00f3xima do Recife que nem d\u00e1 para perceber que voc\u00ea mudou de cidade &#8211; em uma manh\u00e3, \u00e9 poss\u00edvel percorrer seus pontos principais.<\/p>\n<p>Maragogi &#8211; 87 km de dist\u00e2ncia: \u00c9 verdade que Maragogi \u00e9 menos vantajosa para um bate-volta a partir de Porto de Galinhas do que Carneiros. Por isso, o melhor mesmo \u00e9 combinar os dois destinos na mesma viagem, dividindo a hospedagem entre ambos. Ainda assim, com alguma organiza\u00e7\u00e3o (e muita disposi\u00e7\u00e3o) \u00e9 poss\u00edvel passar um dia agrad\u00e1vel por l\u00e1.<br \/>\nAssim como Porto de Galinhas, Maragogi tem como principal atra\u00e7\u00e3o suas piscinas naturais, mas com um diferencial relevante: abriga a maior delas, as chamadas gal\u00e9s. Catamar\u00e3s levam os turistas em um trajeto de 20 minutos &#8211; as operadores funcionam em restaurantes, como o Frutos do Mar. Se for para ficar apenas um dia, \u00e9 imprescind\u00edvel reservar seu lugar com anteced\u00eancia: h\u00e1 um limite di\u00e1rio de visitantes nas gal\u00e9s para preserva\u00e7\u00e3o dos corais. Por isso, nenhuma operadora faz o passeio todos os dias. Em troca, levam a outras piscinas, como Taocas e Barra Grande. Outros pontos interessantes de Maragogi: a bela Praia do Burgalhau e Japaratinga.<br \/>\nSaia cedo de Porto para chegar a Maragogi ainda com a mar\u00e9 baixa e, sem carro, contrate o servi\u00e7o de receptivos: na Lucky, o passeio sai cinco dias por semana e dura 8 horas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se voc\u00ea pensa em conhecer o lugar, j\u00e1 prepare a roupa de banho O nome Ipojuca lhe \u00e9 familiar? 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