{"id":3158,"date":"2015-04-27T12:39:10","date_gmt":"2015-04-27T12:39:10","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/?p=3158"},"modified":"2015-04-27T12:39:10","modified_gmt":"2015-04-27T12:39:10","slug":"cuidados-com-pele-maquiagem-e-cabelo-raridade-bem-vinda","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/cuidados-com-pele-maquiagem-e-cabelo-raridade-bem-vinda\/","title":{"rendered":"Cuidados com  pele, maquiagem e cabelo &#8211;  Raridade bem-vinda"},"content":{"rendered":"<h3>Profissionais de beleza ensinam cuidados espec\u00edficos para \u00edndias<\/h3>\n<p><a href=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/18-Variedades.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-3159\" src=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/18-Variedades.jpg\" alt=\"18---Variedades\" width=\"602\" height=\"500\" srcset=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/18-Variedades.jpg 602w, http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/18-Variedades-300x249.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 602px) 100vw, 602px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Cabelos bem escuros, pele morena avermelhada e olhos pequenos e amendoados: esses s\u00e3o alguns dos tra\u00e7os ind\u00edgenas que encontram-se refletidos na leitora Karina Duarte, moradora do Vidigal.<br \/>\n&#8211; Minha bisav\u00f3 paterna era bugre e foi la\u00e7ada na mata pelo meu bisav\u00f4. E, por parte de m\u00e3e, sou descendente de puri &#8211; conta ela, referindo-se a distintos grupos ind\u00edgenas.<br \/>\nNo entanto, ela conta que, na inf\u00e2ncia, nem sempre valorizou sua etnia: eu me sentia muito exclu\u00edda porque n\u00e3o via o meu tipo de beleza na m\u00eddia. Hoje digo que Dira Paes, com a \u00edndia Potira (em Irm\u00e3os Coragem), foi a minha musa &#8211; conta Karina, explicando que o cabelo liso, visto como uma vantagem por muitas mulheres, para descendentes de ind\u00edgenas, pode ser mon\u00f3tono: &#8211; Gosto de usar meu cabelo ondulado \u00e0s vezes, para sair do liso comum. E, quando o assunto \u00e9 maquiagem, sempre fui mais b\u00e1sica, porque n\u00e3o consigo me achar bonita com cores fortes.<br \/>\nDiferentemente do que Karina acredita, cores fortes podem, sim, favorecer meninas como ela. Um time de especialistas aponta v\u00e1rias dicas para essa beleza \u00fanica.<\/p>\n<p>Maquiagem<\/p>\n<figure id=\"attachment_3160\" aria-describedby=\"caption-attachment-3160\" style=\"width: 586px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/18-Variedades-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-3160\" src=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/18-Variedades-2.jpg\" alt=\"Marcos Costa (na foto \u00e0 esquerda) , maquiador oficial da Natura, explica que, antes de tudo, precisa ser feita uma diferencia\u00e7\u00e3o entre os \u00edndios do pa\u00eds: \u201cno Brasil, temos uma varia\u00e7\u00e3o de pele \u00edndigena: na regi\u00e3o Centro-Oeste, h\u00e1 um predom\u00ednio do mameluco, isso \u00e9, de um tom de pele meio amarelado, j\u00e1 os \u00edndios do Norte t\u00eam a pele mais escura ou avermelhada. O tipo mameluco \u00e9 mais comum e est\u00e1 presente tamb\u00e9m no Sudeste e no Nordeste\u201d. Depois de reconhecer seu tipo de pele, veja na tabela abaixo o tom mais adequado para batons e blushes para voc\u00ea. Outra quest\u00e3o importante \u00e9 lembrada por Vitor Alperh (na foto \u00e0 direita), do Jacques e Janine. Segundo ele, descendentes de ind\u00edgenas devem escolher sempre bases com fundo vermelho ou amarelo, dependendo do seu tom: \u201choje elas s\u00e3o bem populares no mercado brasileiro e, caso fique na d\u00favida, teste o produto na m\u00e3o, que \u00e9 a parte do corpo que tem o tom mais parecido com o do rosto\u201d. O profissional ainda afirma que os olhos pequenos e amendoados podem ganhar uma ajudinha: \u201cao aplicar um l\u00e1pis de olho branco ou bege na linha d\u2019\u00e1gua, localizada na parte inferior do olho, voc\u00ea conseguir\u00e1 deix\u00e1-los maiores, evidenciando-os na produ\u00e7\u00e3o\u201d. \" width=\"586\" height=\"500\" srcset=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/18-Variedades-2.jpg 586w, http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/18-Variedades-2-300x256.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 586px) 100vw, 586px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3160\" class=\"wp-caption-text\">Marcos Costa (na foto \u00e0 esquerda) , maquiador oficial da Natura, explica que, antes de tudo, precisa ser feita uma diferencia\u00e7\u00e3o entre os \u00edndios do pa\u00eds: \u201cno Brasil, temos uma varia\u00e7\u00e3o de pele \u00edndigena: na regi\u00e3o Centro-Oeste, h\u00e1 um predom\u00ednio do mameluco, isso \u00e9, de um tom de pele meio amarelado, j\u00e1 os \u00edndios do Norte t\u00eam a pele mais escura ou avermelhada. O tipo mameluco \u00e9 mais comum e est\u00e1 presente tamb\u00e9m no Sudeste e no Nordeste\u201d. Depois de reconhecer seu tipo de pele, veja na tabela abaixo o tom mais adequado para batons e blushes para voc\u00ea. Outra quest\u00e3o importante \u00e9 lembrada por Vitor Alperh (na foto \u00e0 direita), do Jacques e Janine. Segundo ele, descendentes de ind\u00edgenas devem escolher sempre bases com fundo vermelho ou amarelo, dependendo do seu tom: \u201choje elas s\u00e3o bem populares no mercado brasileiro e, caso fique na d\u00favida, teste o produto na m\u00e3o, que \u00e9 a parte do corpo que tem o tom mais parecido com o do rosto\u201d. O profissional ainda afirma que os olhos pequenos e amendoados podem ganhar uma ajudinha: \u201cao aplicar um l\u00e1pis de olho branco ou bege na linha d\u2019\u00e1gua, localizada na parte inferior do olho, voc\u00ea conseguir\u00e1 deix\u00e1-los maiores, evidenciando-os na produ\u00e7\u00e3o\u201d.<\/figcaption><\/figure>\n<p><a href=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/NM250415_19.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone  wp-image-3161\" src=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/NM250415_19.jpg\" alt=\"NM250415_19\" width=\"636\" height=\"427\" srcset=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/NM250415_19.jpg 745w, http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/NM250415_19-300x201.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 636px) 100vw, 636px\" \/><\/a><\/p>\n<p>CABELO<\/p>\n<figure id=\"attachment_3162\" aria-describedby=\"caption-attachment-3162\" style=\"width: 428px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/18-Variedades-6.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-3162\" src=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/18-Variedades-6.jpg\" alt=\"Uma das caracter\u00edsticas de beleza mais admiradas nos \u00edndios \u00e9 o cabelo: quem nunca sonhou em ter um cabelo longo e negro como o da Pocahontas? De acordo com Daniele Nascimento, consultora t\u00e9cnica da Embelleze, o tom escuro \u00e9 garantido pela presen\u00e7a da eumelanina, classe da prote\u00edna que d\u00e1 cor ao cabelo: \u201cquanto maior a quantidade de eumelanina, mais escuro ser\u00e1 o cabelo. Quanto mais quantidade de feomelanina, mais claro ele ser\u00e1\u201d.      A grande quantidade desse tipo de prote\u00edna tamb\u00e9m justifica o fato de os ind\u00edgenas e seus descendentes terem fios brancos mais tardiamente. Daniele faz quest\u00e3o de ressaltar que, caso descendentes de \u00edndios queiram clarear o cabelo, \u00e9 preciso tempo: \u201cquanto mais escuro, maior o tempo para descolori-lo, j\u00e1 que primeiro a descolora\u00e7\u00e3o revelar\u00e1 o fundo de clareamento avermelhado; em seguida, o acobreado; para, enfim, o amarelado. Para isso, talvez seja necess\u00e1rio at\u00e9 mais de uma descolora\u00e7\u00e3o. \u00c9 important\u00edssimo conversar com um especialista e respeitar a integridade do fio durante o procedimento. Caso a descolora\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja feita adequadamente, pode ocasionar rompimento, quebra e sensibiliza\u00e7\u00e3o\u201d.   Como os fios longos tamb\u00e9m s\u00e3o marcas da origem ind\u00edgena, Vitor Alperh, do Sal\u00e3o Jacques e Janine, explica que eles exigem cuidados especiais: \u201cquanto maior o fio, maior o cuidado. Um cabelo longo, com certeza, sofre mais danos, principalmente nas pontas. Por isso, o ideal \u00e9 sempre manter o corte, cortando de tr\u00eas em tr\u00eas meses, no m\u00e1ximo, e tirar as pontas que estejam ressecadas\u201d. E, por que n\u00e3o fugir da tradi\u00e7\u00e3o? \u201cDiminuir o comprimento \u00e9 uma boa op\u00e7\u00e3o para dar mais vida ao cabelo, deix\u00e1-lo na altura do ombro ou um pouquinho abaixo. Ou ainda fazer um corte com movimento, mais repicado\u201d, sugere o profissional. \" width=\"428\" height=\"500\" srcset=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/18-Variedades-6.jpg 428w, http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/18-Variedades-6-257x300.jpg 257w\" sizes=\"(max-width: 428px) 100vw, 428px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3162\" class=\"wp-caption-text\">Uma das caracter\u00edsticas de beleza mais admiradas nos \u00edndios \u00e9 o cabelo: quem nunca sonhou em ter um cabelo longo e negro como o da Pocahontas? De acordo com Daniele Nascimento, consultora t\u00e9cnica da Embelleze, o tom escuro \u00e9 garantido pela presen\u00e7a da eumelanina, classe da prote\u00edna que d\u00e1 cor ao cabelo: \u201cquanto maior a quantidade de eumelanina, mais escuro ser\u00e1 o cabelo. Quanto mais quantidade de feomelanina, mais claro ele ser\u00e1\u201d. A grande quantidade desse tipo de prote\u00edna tamb\u00e9m justifica o fato de os ind\u00edgenas e seus descendentes terem fios brancos mais tardiamente. Daniele faz quest\u00e3o de ressaltar que, caso descendentes de \u00edndios queiram clarear o cabelo, \u00e9 preciso tempo: \u201cquanto mais escuro, maior o tempo para descolori-lo, j\u00e1 que primeiro a descolora\u00e7\u00e3o revelar\u00e1 o fundo de clareamento avermelhado; em seguida, o acobreado; para, enfim, o amarelado. Para isso, talvez seja necess\u00e1rio at\u00e9 mais de uma descolora\u00e7\u00e3o. \u00c9 important\u00edssimo conversar com um especialista e respeitar a integridade do fio durante o procedimento. Caso a descolora\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja feita adequadamente, pode ocasionar rompimento, quebra e sensibiliza\u00e7\u00e3o\u201d.<br \/>Como os fios longos tamb\u00e9m s\u00e3o marcas da origem ind\u00edgena, Vitor Alperh, do Sal\u00e3o Jacques e Janine, explica que eles exigem cuidados especiais: \u201cquanto maior o fio, maior o cuidado. Um cabelo longo, com certeza, sofre mais danos, principalmente nas pontas. Por isso, o ideal \u00e9 sempre manter o corte, cortando de tr\u00eas em tr\u00eas meses, no m\u00e1ximo, e tirar as pontas que estejam ressecadas\u201d. E, por que n\u00e3o fugir da tradi\u00e7\u00e3o? \u201cDiminuir o comprimento \u00e9 uma boa op\u00e7\u00e3o para dar mais vida ao cabelo, deix\u00e1-lo na altura do ombro ou um pouquinho abaixo. Ou ainda fazer um corte com movimento, mais repicado\u201d, sugere o profissional.<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>PELE<\/p>\n<figure id=\"attachment_3163\" aria-describedby=\"caption-attachment-3163\" style=\"width: 383px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/18-Variedades-5.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-3163\" src=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/18-Variedades-5.jpg\" alt=\" Uma das caracter\u00edsticas mais marcantes da pele ind\u00edgena \u00e9 a aus\u00eancia de pelos, destaca a dermatologista Fabiola Bordin, da Cl\u00ednica Dermais. A m\u00e9dica explica, no entanto, que essa caracter\u00edstica n\u00e3o traz preju\u00edzos \u00e0 pele.   \u201cIsso aconteceu em fun\u00e7\u00e3o de uma adapta\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica: os pelos t\u00eam a fun\u00e7\u00e3o de reter o calor. Como os \u00edndios moravam em regi\u00f5es quentes e \u00famidas, n\u00e3o havia uma necessidade de o corpo reter esse calor do ambiente, o que tornou seus pelos escassos. Isso vai passando de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o\u201d.   Ter uma pele mais resistente, com menos tend\u00eancia a estrias, por exemplo, tamb\u00e9m \u00e9 uma heran\u00e7a da floresta, segundo a m\u00e9dica: \u201crealmente \u00e9 mais raro descendentes de ind\u00edgenas terem estrias ou flacidez,  porque no passado, quando a maioria dos \u00edndios vivia na floresta, a pele ficava muito exposta ao sol, \u00e0 chuva e ao frio. Assim, ela se tornou mais resistente e isso foi transmitido aos descendentes\u201d.    Essa exposi\u00e7\u00e3o em excesso deixou tamb\u00e9m o tecido mais espesso, o que acarretou uma maior tend\u00eancia a ressecamento. \u201cPara isso, \u00e9 recomend\u00e1vel sempre aplicar um creme tr\u00eas minutos ap\u00f3s o banho, quando os poros ainda est\u00e3o abertos, preferencialmente \u00e0 base de ureia ou lactato de am\u00f4nia, que seja realmente suficiente para hidratar de acordo com o grau de ressecamento da pele ind\u00edgena\u201d.\" width=\"383\" height=\"500\" srcset=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/18-Variedades-5.jpg 383w, http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/18-Variedades-5-230x300.jpg 230w\" sizes=\"(max-width: 383px) 100vw, 383px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3163\" class=\"wp-caption-text\"><br \/>Uma das caracter\u00edsticas mais marcantes da pele ind\u00edgena \u00e9 a aus\u00eancia de pelos, destaca a dermatologista Fabiola Bordin, da Cl\u00ednica Dermais. A m\u00e9dica explica, no entanto, que essa caracter\u00edstica n\u00e3o traz preju\u00edzos \u00e0 pele.<br \/>\u201cIsso aconteceu em fun\u00e7\u00e3o de uma adapta\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica: os pelos t\u00eam a fun\u00e7\u00e3o de reter o calor. Como os \u00edndios moravam em regi\u00f5es quentes e \u00famidas, n\u00e3o havia uma necessidade de o corpo reter esse calor do ambiente, o que tornou seus pelos escassos. Isso vai passando de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o\u201d.<br \/>Ter uma pele mais resistente, com menos tend\u00eancia a estrias, por exemplo, tamb\u00e9m \u00e9 uma heran\u00e7a da floresta, segundo a m\u00e9dica: \u201crealmente \u00e9 mais raro descendentes de ind\u00edgenas terem estrias ou flacidez, porque no passado, quando a maioria dos \u00edndios vivia na floresta, a pele ficava muito exposta ao sol, \u00e0 chuva e ao frio. Assim, ela se tornou mais resistente e isso foi transmitido aos descendentes\u201d.<br \/>Essa exposi\u00e7\u00e3o em excesso deixou tamb\u00e9m o tecido mais espesso, o que acarretou uma maior tend\u00eancia a ressecamento. \u201cPara isso, \u00e9 recomend\u00e1vel sempre aplicar um creme tr\u00eas minutos ap\u00f3s o banho, quando os poros ainda est\u00e3o abertos, preferencialmente \u00e0 base de ureia ou lactato de am\u00f4nia, que seja realmente suficiente para hidratar de acordo com o grau de ressecamento da pele ind\u00edgena\u201d.<\/figcaption><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Profissionais de beleza ensinam cuidados espec\u00edficos para \u00edndias Cabelos bem escuros, pele morena avermelhada e olhos pequenos e amendoados: esses<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":3159,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[231,316,120],"tags":[697],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3158"}],"collection":[{"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3158"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3158\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3164,"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3158\/revisions\/3164"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3159"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3158"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3158"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3158"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}