{"id":10135,"date":"2016-10-08T05:08:21","date_gmt":"2016-10-08T05:08:21","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/?p=10135"},"modified":"2016-10-07T14:11:02","modified_gmt":"2016-10-07T14:11:02","slug":"nova-zelandia-paisagens-deslumbrantes","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/nova-zelandia-paisagens-deslumbrantes\/","title":{"rendered":"Nova Zel\u00e2ndia &#8211; Paisagens deslumbrantes"},"content":{"rendered":"<h3>Cen\u00e1rio dos filmes da saga\u00a0Senhor dos An\u00e9is, pa\u00eds virou destino requisitado<\/h3>\n<figure id=\"attachment_10136\" aria-describedby=\"caption-attachment-10136\" style=\"width: 900px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/28-Nova-Zel\u00e2ndia-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-10136\" src=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/28-Nova-Zel\u00e2ndia-1.jpg\" alt=\"TEXTO: Por Guilherme Sobota\/AE | FOTOs: divulga\u00e7\u00e3o\" width=\"900\" height=\"447\" srcset=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/28-Nova-Zel\u00e2ndia-1.jpg 900w, http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/28-Nova-Zel\u00e2ndia-1-300x149.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-10136\" class=\"wp-caption-text\">TEXTO: Por Guilherme Sobota\/AE | FOTOs: divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>A rea\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre a mesma: dizer a algu\u00e9m que voc\u00ea foi, ou vai, \u00e0 Nova Zel\u00e2ndia, \u00e9 garantia de espanto. Afinal, s\u00e3o em m\u00e9dia 18 horas em dois voos, existe um oceano gigantesco entre n\u00f3s e\u2026 o que mais mesmo? Essa \u00e9 a d\u00favida que causa espanto, e agora que visitei quatro das principais cidades desse pequeno pa\u00eds no sudeste da Oceania, \u00e9 poss\u00edvel atestar que a surpresa se justifica.<br \/>\nVisualmente deslumbrante, econ\u00f4mica e politicamente est\u00e1vel, nono IDH (\u00cdndice de Desenvolvimento Humano) do mundo e com uma pol\u00edtica amig\u00e1vel a imigrantes em busca de trabalho, o pa\u00eds acumula uma lista de raz\u00f5es para ser o pr\u00f3ximo destino da viagem de f\u00e9rias.<br \/>\nSe comprimida, a \u00e1rea das ilhas que comp\u00f5em a Nova Zel\u00e2ndia \u2013 as principais s\u00e3o a Norte e a Sul \u2013 caberia dentro do Estado do Rio Grande do Sul. A magia \u00e9 justamente a capacidade do pa\u00eds de oferecer, em um espa\u00e7o de terra t\u00e3o reduzido, uma respeit\u00e1vel diversidade de paisagens, climas e ambientes urbanos e rurais. \u00c9 essa, inclusive, uma das explica\u00e7\u00f5es para a pujante ind\u00fastria do cinema que se formou no pa\u00eds desde que a franquia O Senhor dos An\u00e9is caiu no gosto do p\u00fablico, no come\u00e7o dos anos 2000.<br \/>\nEstive hospedado em quatro centros urbanos de diferentes tamanhos. De norte para sul, Auckland tem 1,5 milh\u00e3o de habitantes e \u00e9 o destino dos voos que chegam da Am\u00e9rica do Sul. Ser\u00e1, portanto, seu prov\u00e1vel primeiro contato com o pa\u00eds. Rotorua, a 230 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia, tem 56 mil. Wellington, no sul da Ilha Norte, \u00e9 lar de 400 mil pessoas, e a pequena Queenstown, j\u00e1 na Ilha Sul, tem 13 mil.<br \/>\nDada a variedade de coisas para ver, fazer e comer, seria poss\u00edvel dizer que s\u00e3o quatro pa\u00edses diferentes, unidos pela orgulhosa hospitalidade dos kiwis, como s\u00e3o chamados os neozelandeses. Com as dist\u00e2ncias pequenas ou moderadas (nenhum voo dentro do pa\u00eds dura mais do que duas horas), \u00e9 poss\u00edvel cumprir o roteiro e ter uma experi\u00eancia rica dentro de 10, 12 dias.<br \/>\nImportante lembrar: a viagem n\u00e3o sai nada acess\u00edvel. O c\u00e2mbio \u00e9 pr\u00f3ximo do d\u00f3lar americano \u2013 atualmente, US$ 1 equivale a 1,3 d\u00f3lares neozelandeses. Como a economia \u00e9 pesadamente dependente do com\u00e9rcio exterior, produtos e servi\u00e7os tendem a ter pre\u00e7o salgado.<br \/>\nA boa not\u00edcia \u00e9 que \u00e9 poss\u00edvel se aventurar pela Nova Zel\u00e2ndia combinando turismo e trabalho. Brasileiros entre 18 e 30 anos podem se inscrever no programa Working Holiday Visa, que concede um visto de trabalho de at\u00e9 um ano. As pr\u00f3ximas inscri\u00e7\u00f5es come\u00e7am em agosto de 2017.<br \/>\nJ\u00e1 turistas comuns n\u00e3o precisam de nenhum tipo de visto, apenas de alguma aten\u00e7\u00e3o \u00e0s restri\u00e7\u00f5es de bagagem: comida, por exemplo, n\u00e3o entra.<br \/>\nEM CLIMA DE METR\u00d3POLE<br \/>\nAuckland poderia ser a S\u00e3o Paulo deles: muito menor, obviamente, mas com um tr\u00e2nsito igualmente ruim. Mesmo no centro, a cidade \u00e9 pouco verticalizada, o que faz com o que os deslocamentos de moradores sejam mais longos.<br \/>\nMas n\u00e3o se deixe dominar por essa primeira impress\u00e3o. Auckland \u00e9 de fato uma metr\u00f3pole, e um de seus pontos mais famosos, a Sky Tower, \u00e9 parada indispens\u00e1vel. A torre mais alta do Hemisf\u00e9rio Sul \u2013 um guia disse que fizeram quest\u00e3o de constru\u00ed-la maior do que qualquer coisa na Austr\u00e1lia, \u201c\u00e9 claro\u201d \u2013 tem um lounge que permite observar a cidade em 360 graus e as ilhas que a cercam (custa 28 d\u00f3lares neozelandeses para subir, R$ 65). \u00c9 poss\u00edvel pular l\u00e1 de cima atado a cabos de a\u00e7o, mas enquanto estive l\u00e1, pelo menos tr\u00eas pessoas desistiram, mesmo depois de desembolsar nada m\u00f3dicos 225 d\u00f3lares neozelandeses, R$ 530.<br \/>\nPor perto da torre, na Federal Street, h\u00e1 dois bons restaurantes O Federal Delicatessen foi constru\u00eddo como uma homenagem aos estabelecimentos judeus similares em Nova Iorque. O Depot Eatery tem um ambiente parecido. Os dois t\u00eam comida fresca e sazonal e servem o turbot slider, um pequeno hamb\u00farguer de peixe. J\u00e1 para acompanhar carnes vermelhas, em qualquer restaurante da Nova Zel\u00e2ndia, escolha o vinho feito com uvas pinot noir do pr\u00f3prio pa\u00eds.<br \/>\nAndando ao norte pela Queen<br \/>\nStreet, a principal da cidade, em dire\u00e7\u00e3o ao cais, h\u00e1 um terminal de transporte urbano chamado Britomart: a partir dele estende-se uma esp\u00e9cie de cal\u00e7ad\u00e3o hipster que re\u00fane galerias, bares e bons restaurantes. No Ortolana, o prato de nhoque fresco com cogumelos japoneses e nabo, mais uma sobremesa que vem do vizinho Milse, sai por 30 d\u00f3lares neozelandeses (R$ 70).<br \/>\nO Britomart fica aos p\u00e9s do terminal hidrovi\u00e1rio de Auckland: dezenas de pequenas vilas em ilhas ou pen\u00ednsulas ficam a um t\u00edquete de dist\u00e2ncia dali. A mais indicada para turistas \u00e9 Devonport, \u00e0 qual se chega depois de uma travessia de apenas 12 minutos. A atra\u00e7\u00e3o principal do vilarejo cheio de constru\u00e7\u00f5es vitorianas \u00e9 o cume do Monte Vit\u00f3ria, um dos tr\u00eas cones vulc\u00e2nicos que circundam a vila. A vista para Auckland faz a caminhada de 20 minutos morro acima se pagar. Tamb\u00e9m h\u00e1 visitas guiadas di\u00e1rias que podem ser adquiridas no terminal hidrovi\u00e1rio.<br \/>\nOutros pontos que valem a visita em Auckland com mais calma: o pico do Monte \u00c9den, a dez minutos de carro do centro e, ainda mais ao sul, o belo Cornwall Park, distante cerca de meia hora. Para curtir um parque mais perto com boa infraestrutura infantil, o Western Park est\u00e1 ao lado do centro.<\/p>\n<p>PARA CIN\u00c9FILOS E NERDS<br \/>\nSe voc\u00ea \u00e9 um pouco nerd, vai achar a pr\u00f3xima sugest\u00e3o interessante. Caso seja muito nerd, bem, pode considerar que o para\u00edso foi encontrado: desde que terminaram as filmagens da s\u00e9rie O Hobbit, que tem tr\u00eas longas, em 2011, o set em que o Condado (Shire) foi montado permanece de p\u00e9 e aberto \u00e0 visita\u00e7\u00e3o tur\u00edstica.<br \/>\nOs pre\u00e7os variam de 100 a 400 d\u00f3lares neozelandeses (R$ 235 a R$ 940) em pacotes oferecidos pela Great Sights com sa\u00eddas do Sky City Terminal, em Auckland; tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel fazer o passeio a partir de Rotorua.<br \/>\nO set \u00e9 incr\u00edvel: apesar da movimenta\u00e7\u00e3o intensa de turistas no lugar, o clima buc\u00f3lico que domina os filmes nas cenas mais tranquilas permanece intacto no local &#8211; que \u00e9, na vida real, uma fazenda de cria\u00e7\u00e3o de ovelhas.<br \/>\nTodas as cenas externas do Condado (tanto em O Hobbit como nos filmes da franquia O Senhor dos An\u00e9is) foram filmadas por ali, inclusive a festa de anivers\u00e1rio de Bilbo no come\u00e7o de A Sociedade do Anel. Segundo o guia do passeio, \u00e9 bem comum turistas ca\u00edrem em l\u00e1grimas ao se verem pela primeira vez diante do cen\u00e1rio real.<br \/>\nVeja outros filmes famosos cujo cen\u00e1rio \u00e9 neozeland\u00eas:<br \/>\n1. Sagas \u2018O Senhor dos An\u00e9is\u2019 e \u2018O Hobbit\u2019 &#8211; Peter Jackson j\u00e1 era um diretor neozeland\u00eas de sucesso nos anos 1990 (ele tinha uma indica\u00e7\u00e3o ao Oscar); mas, ao decidir fazer O Senhor dos An\u00e9is, em 1998, colocou definitivamente a Nova Zel\u00e2ndia no mapa de Hollywood.<br \/>\n2. \u2018X-Men Origens: Wolverine\u2019 &#8211; O filme com Hugh Jackman e Liev Schreiber teve cenas nas mesmas localidades em que foi montada a cidade de Isengard, de O Senhor dos An\u00e9is, em Queenstown.<br \/>\n3. \u2018O \u00daltimo Samurai\u2019 &#8211; A produ\u00e7\u00e3o de 2003 com Tom Cruise e Ken Watanabe transformaram em Jap\u00e3o a regi\u00e3o de Taranaki, na ilha norte da Nova Zel\u00e2ndia.<\/p>\n<p>ROTORUA<br \/>\nRotorua \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o da cultura maori na Nova Zel\u00e2ndia. A grande atra\u00e7\u00e3o \u00e9 Te Puia, uma esp\u00e9cie de santu\u00e1rio de 70 hectares junto a um vale ao sul da cidade. Os locais dizem que esse \u00e9 o lugar do mundo em que voc\u00ea pode chegar mais pr\u00f3ximo a um g\u00eaiser; provavelmente est\u00e3o certos. O parque \u00e9 o centro mundial da cultura maori e um \u00f3timo lugar para ver como uma sociedade ind\u00edgena conseguiu se adaptar ao capitalismo do s\u00e9culo 21 sem perder o senso de identidade.<br \/>\nCalor. A Nova Zel\u00e2ndia \u00e9 um territ\u00f3rio com atividade vulc\u00e2nica recente em termos geol\u00f3gicos \u2013 poucas centenas de milhares de anos. Por toda a cidade de Rotorua \u00e9 poss\u00edvel ver fuma\u00e7a saindo do ch\u00e3o \u2013 o enxofre expelido do fundo da Terra deixa o lugar com cheiro desagrad\u00e1vel, mas que acostuma r\u00e1pido. Em Te Puia, o g\u00eaiser Pohutu \u00e9 uma das vis\u00f5es mais procuradas pelos turistas: entra em erup\u00e7\u00e3o e lan\u00e7a jatos a 30 metros de altura, 20 vezes por dia.<br \/>\nEssa atividade geot\u00e9rmica foi exatamente uma das raz\u00f5es para os maori se estabelecerem no local, h\u00e1 coisa de 700 anos. Na cozinha, por exemplo, at\u00e9 hoje, esse povo usa a t\u00e9cnica de colocar carnes e vegetais enrolados em folhas de uma \u00e1rvore local para cozinhar em \u201cfornos\u201d no solo.<br \/>\nRotorua tem outra reserva geotermal, a Hell\u2019s Gate, com \u00e1guas termais e piscinas de lama aquecida onde \u00e9 poss\u00edvel se banhar. Os t\u00edquetes come\u00e7am em 35 d\u00f3lares neozelandeses (R$ 83).<br \/>\nPara relaxar. Depois de um dia em Te Puia, aproveite o clima ameno, de temperaturas que quase nunca superam os 20 graus, para ir \u00e0s piscinas naturalmente aquecidas do Polynesian Spa (27 d\u00f3lares; R$ 64).<\/p>\n<figure id=\"attachment_10137\" aria-describedby=\"caption-attachment-10137\" style=\"width: 900px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/28-Nova-Zel\u00e2ndia-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-10137\" src=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/28-Nova-Zel\u00e2ndia-2.jpg\" alt=\"Em Te Puia, o g\u00eaiser Pohutu \u00e9 uma vis\u00e3o mais procurada com jatos de at\u00e9 30m\" width=\"900\" height=\"644\" srcset=\"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/28-Nova-Zel\u00e2ndia-2.jpg 900w, http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/28-Nova-Zel\u00e2ndia-2-300x215.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-10137\" class=\"wp-caption-text\">Em Te Puia, o g\u00eaiser Pohutu \u00e9 uma vis\u00e3o mais procurada com jatos de at\u00e9 30m<\/figcaption><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cen\u00e1rio dos filmes da saga\u00a0Senhor dos An\u00e9is, pa\u00eds virou destino requisitado A rea\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre a mesma: dizer a algu\u00e9m<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":10136,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[2145],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10135"}],"collection":[{"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10135"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10135\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10138,"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10135\/revisions\/10138"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10136"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10135"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10135"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalnovametropole.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10135"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}